Fico espantado com a capacidade das pessoas em crer em especulações, boatos e fofocas e não acreditar naquilo que realmente sente ou sabe. Já vi e vivenciei muitas situações em que as pessoas confiam umas nas outras até o momento em que um Zé Ninguém qualquer diz algo que plante a dúvida.
É um comentário aqui, uma mensagem no celular mal-explicada ali, um telefonema, diga-se de passagem, não atendido lá. E as desconfianças começam. E a desconfiança cega para o mais importante: o que um sente pelo outro. O que desconfia põe em check a fidelidade e o amor do companheiro, o que é “acusado” se sente ferido por ter seus sentimentos questionados e aí começa o fim.
Não que devamos ser cegos de amor, fechar os olhos para realidades latentes, tipo uma traição visível, ou ainda, indícios fortíssimos de que o amor de sua vida, não é só o SEU amor, mas também de outra pessoa. Mas, o benefício da dúvida e pagar para ver, são atitudes dignas daquele que ama e acredita no relacionamento.
Já vi e ouvi muitos casos de verdadeiras paranóias quanto a fidelidade do namorado(a) ou marido(esposa). Mas todas elas se baseiam em uma coisa, a falta de confiança um no outro, e na maioria das vezes infundada. Quem ama não trai, e quem não ama o outro, não é merecedor do amor de ninguém. Então, o preferível é confiar. Confiar com um pé atrás que seja. Confiar, mas não deixar de estar atento aos sinais de que algo está fora do lugar.
Mas se confiar não é se cegar, o que fazer quando as suspeitas se tornam reais? Para estes casos, só duas opções. Ou ame de verdade, perdoe, volte a confiar e seja feliz. Ou então, termine tudo e procure alguém que lhe dê valor. Ser morno não ajuda em nada. Dizer que perdoou e não voltar a confiar, é o mesmo que tomar pequenas doses diárias de veneno, que lentamente, vão prejudicar ainda mais o relacionamento e aumentar exponencialmente as chances de novas mágoas.
O amor suporta tudo, suporta as indiferenças, as traições, as decepções e as brigas. O amor é o único capaz de tornar o perdão sincero e espantar as desconfianças que minam uma relação. O amor é a única base de sustentação real de um relacionamento. O único problema, é que não sei se o amor existe de verdade, mas prefiro confiar que sim.
Mostrando postagens com marcador casamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador casamento. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 18 de março de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
É isto!
Me cansei dos poemas que falam do amor
Do amor do cantador
Do amor de quem não amou
Do amor que alguém inventou
Por isto não quero mais falar disto
Não quero mais ler
Que o amor que fulano sentia
a beltrano não satisfazia
e que tudo acabou numa tarde vazia
e fria.
Não quero mais saber
Do amor eternizado
de Camões, de Vinícius
ou de outro apaixonado
Não quero mais ouvir
As músicas que falam do amor idealizado
Ou do desamor recém criado
Não quero mais escrever
as tristes rimas de dor com amor
ou as alegrias de um namorado
que se declara apaixonado
Não quero aqueles versos singelos
dedicados, limpos... Tão belos.
Não quero o sorriso da morena
nem da loira, nem da minha pequena.
(Não se vierem dos poemas)
Quero apenas sentir o gosto da vida
Sem rimas ou poesias.
Quero sentir o amor,
Mas não o que alguém criou,
definiu e divulgou.
Quero o amor como coisa simples,
como café da tarde
feito com suco de limão e biscoito água e sal.
Tudo muito simples, muito natural.
Este é o amor que eu quero.
Mas quero com uma condição,
Que venha depois do Carnaval!
Do amor do cantador
Do amor de quem não amou
Do amor que alguém inventou
Por isto não quero mais falar disto
Não quero mais ler
Que o amor que fulano sentia
a beltrano não satisfazia
e que tudo acabou numa tarde vazia
e fria.
Não quero mais saber
Do amor eternizado
de Camões, de Vinícius
ou de outro apaixonado
Não quero mais ouvir
As músicas que falam do amor idealizado
Ou do desamor recém criado
Não quero mais escrever
as tristes rimas de dor com amor
ou as alegrias de um namorado
que se declara apaixonado
Não quero aqueles versos singelos
dedicados, limpos... Tão belos.
Não quero o sorriso da morena
nem da loira, nem da minha pequena.
(Não se vierem dos poemas)
Quero apenas sentir o gosto da vida
Sem rimas ou poesias.
Quero sentir o amor,
Mas não o que alguém criou,
definiu e divulgou.
Quero o amor como coisa simples,
como café da tarde
feito com suco de limão e biscoito água e sal.
Tudo muito simples, muito natural.
Este é o amor que eu quero.
Mas quero com uma condição,
Que venha depois do Carnaval!
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Até que a morte os separe
Todo mundo diz que quer um amor pra vida toda. Eu não. Já quis, não quero mais. Amores são legais. Mas esta história de “até que a morte os separe”, isto me assusta. Não que eu preferisse ser solteiro a vida toda, mas até a morte é tempo demais para se amar uma pessoa. As vezes prefiro não amar por alguns dias, afastar e ver se, realmente, tudo é tão bom quanto parece.
Não acredito em sentimentos, amor e ódio, essa dicotomia que nos foi empurrada por novelas, filmes, livros e “malhação”. Um relacionamento não é apenas gostar e não gostar, não é apenas dizer “eu te amo” ou “suma da minha vida”, o relacionamento de verdade é o que acontece no intervalo destas duas frases. É o que se vive entre a paixão e a desilusão.
Amar sempre desgasta a relação, fica tudo muito doce, muito fácil. Tem hora que amar menos e ser menos amado deixam tudo mais gostoso. Mas, é claro, tudo na dose certa, afinal, ninguém quer ser capacho de outra pessoa, exceto aquelas que amam demais e aceitam tudo que vem do outro – neste caso, até comentários depreciativos e agressões (morais, verbais ou físicas) se tornam elogios acompanhados de rosas e chocolates.
-- x --
E eu acabo de ter que parar para de escrever para fazer outras coisas pela terceira vez consecutiva e perdi totalmente a concentração.
Não acredito em sentimentos, amor e ódio, essa dicotomia que nos foi empurrada por novelas, filmes, livros e “malhação”. Um relacionamento não é apenas gostar e não gostar, não é apenas dizer “eu te amo” ou “suma da minha vida”, o relacionamento de verdade é o que acontece no intervalo destas duas frases. É o que se vive entre a paixão e a desilusão.
Amar sempre desgasta a relação, fica tudo muito doce, muito fácil. Tem hora que amar menos e ser menos amado deixam tudo mais gostoso. Mas, é claro, tudo na dose certa, afinal, ninguém quer ser capacho de outra pessoa, exceto aquelas que amam demais e aceitam tudo que vem do outro – neste caso, até comentários depreciativos e agressões (morais, verbais ou físicas) se tornam elogios acompanhados de rosas e chocolates.
-- x --
E eu acabo de ter que parar para de escrever para fazer outras coisas pela terceira vez consecutiva e perdi totalmente a concentração.
Assinar:
Postagens (Atom)

